02 mar 2018

Qual é a posição das empresas brasileiras no ranque da felicidade?

Desde 2012 é produzido o Relatório Mundial da Felicidade, com o apoio da ONU. Com base nos dados coletados entre os anos de 2014 e 2016, foi divulgado o Relatório de 2017 indicando, num universo de 155 países, a Noruega como o mais feliz do mundo, e o Brasil ocupando 22º lugar.

Dentre outros fatores, são considerados: a confiança nas empresas com relação à corrupção, a expectativa média de vida, a possibilidade de tomar decisões para influenciar suas vidas e a generosidade dos entrevistados. Também entram nesse estudo alguns fatores negativos, como preocupações, tristeza e raiva.

Interessante o fato de ser possível relacionar os itens acima à satisfação no trabalho, o que pode ser elucidado com uma pequena narrativa.

“Existia uma empresa que efetivamente seguia seus valores: ética, confiança, respeito e cooperação. Nela, um profissional foi admitido após ter sido constatado que seu perfil era adequado ao cargo eu iria ocupar. Com uma gestão participativa, oferecia liberdade para seus colaboradores tomarem decisões, no âmbito de suas atividades, dentro de alçadas compatíveis com suas responsabilidades. Essa empresa praticava horários flexíveis, possibilitando uma boa qualidade de vida. Esse profissional agregou significativo valor a essa empresa durante sua vida profissional.”

O Brasil ocupa o 22º lugar no ranque de felicidade, mas, qual seria o lugar que as empresas brasileiras ocupariam em um ranque de felicidade? Vale refletir.

Equipe IPC

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