02 jan 2018

Como diminuir a discriminação na disputa por uma vaga?

É fato que, em processos de seleção, alguns currículos podem ser desconsiderados em função do gênero, da raça, da idade dos candidatos, dentre várias outras possibilidades. Com a proposta de minimizar a discriminação de qualquer ordem, vem sendo usado, principalmente em vários países da Europa, o “currículo cego”. Nele, as informações pessoais são omitidas, levando a análises realizadas com base exclusiva nas experiências registradas pelos candidatos.

Assim, iniciando uma seleção, com a análise de currículos, as competências técnicas dos candidatos podem ser verificadas sem qualquer interferência, o que é bastante positivo. O interessante é que na fase seguinte, quando o foco principal é a identificação de competências comportamentais, também é possível evitar discriminações, através da utilização de ferramentas de análise de perfil comportamental. Dessa forma, são convocados para a continuidade do processo seletivo os candidatos que apresentam competências técnicas e competências comportamentais mais adequadas à vaga aberta, independente de gênero, de raça, etc., tornando esse processo ainda mais livre de preconceitos, além de oferece melhores condições para o trabalho dos selecionadores.

Quando os candidatos selecionados chegam para a realização de dinâmicas e entrevistas, os selecionadores detêm informações consistentes sobre seus potenciais, favorecendo sua isenção nas decisões, pressuposto para a continuidade de um processo livre de discriminações.

Todos os esforços no sentido de validar a igualdade são bem vindos. Várias são as possibilidades, portanto, é uma questão de opção.

Equipe IPC

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